SOBRE NÓS 

Señor Chalco situado na Ilha da Magia em Florianópolis-SC na conceituada Praia
de Jurerê Internacional, traz a típica culinária Mexicana para o Norte da Ilha, com
um cardápio que serve uma grande variedade de pratos e drinks típicos
Mexicanos…
A alegria também é garantida, onde Mariachis, tequileiros, performances e música
mexicana contagiam com muita felicidade nosso ambiente.
O nome " Señor Chalco " tem origem de referência ao Vale del Chalco no México.
O Vale del Chalco é um extenso território a leste da Cidade do México,
catalogado como um dos lugares de maior concentração humana de todo o
país, e onde vivem mais de 4 milhões de pessoas e uma zona formada por
terrenos frondosos e férteis terras de cultivo.

Dia dos Mortos no México - Tradição

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os falecidos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. ... As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Os povos astecas, que habitavam o México antes da colonização espanhola, acreditavam que a vida era uma prolongação da morte.
No México, a morte tem significado único. Em vez de ser lamentada, é festejada uma vez ao ano — de 31 de outubro a 2 de novembro (Dia de Finados no Brasil). Durante a festa, considerada pela Unesco como patrimônio da humanidade, é tradição reunir família e amigos para comemorar a visita dos antepassados à Terra.
Se, no Brasil, a data é sinônimo de cemitérios lotados e melancolia, no México a animação toma conta, pois se acredita que os mortos devem ser recebidos com alegria e coisas de que gostavam enquanto vivos.
A famosa caveira mexicana (La Catrina), altares coloridos, fantasias, comidas e bebidas típicas mudam a cara de várias cidades do país. A atmosfera é fúnebre, mas promete estimular até os mais desanimados.
Nessa época, era comum conservar crânios para exibi-los como troféus durante os rituais do Dia dos Mortos, no nono mês do calendário asteca, por volta de agosto. O destaque da festa era a Dama da Morte, deusa que teria inspirado a criação de La
Catrina, caveira símbolo do evento nos dias de hoje. A personagem foi criada pelo cartunista José Guadalupe Posada, um dos responsáveis por consolidar a data no México. O artista é conhecido por suas imagens de caveiras atuando como gente comum.
A influência dos crânios humanos na comemoração é profunda e vai da decoração ao vestuário. Algumas cidades organizam concursos de fantasia para eleger quem se veste melhor de La Catrina. Os mexicanos também competem pelo título de quem faz o melhor pão de morto, quitute que leva raspas de laranja, erva-doce e é
enfeitado com caveiras. Outras iguarias são caveiras de açúcar — usadas para decorar mesas ou adoçar o café em restaurantes descolados — doces de abóbora, frutas, mescal, tequila e sal.
Outro símbolo do Dia dos Mortos são os altares coloridos e adornados com velas, imagens e alimentos. Eles servem para homenagear as almas e devem incorporar os quatro elementos da natureza. Há papéis e imagens que se movimentam com o vento, para simbolizar a passagem dos mortos pelo local. A água fica à disposição dos mortos, para matar a sede. As frutas representam a terra e servem para matar a fome — acredita-se que os defuntos percorrem um longo caminho até o mundo dos vivos. O fogo é simbolizado pelas velas — uma para cada alma lembrada.


Fontes:

Wikipédia
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/turismo/2016/10/30/interna_turism o,554824/dia-dos-mortos-e-comemorado-em-festa-cheia-de-alegria-no-mexico.shtml

Nuestra Señora de Guadalupe

Nossa Senhora de Guadalupe ou Virgem de Guadalupe é a denominação de uma aparição mariana da Igreja Católica de origem mexicana, cuja imagem tem como seu principal local de culto a Basílica de Guadalupe , localizada no sopé do monte Tepeyac, ao norte da Cidade do México.
Acredita-se que a Virgem Maria, apareceu em quatro ocasiões ao índio São Juan Diego
Cuauhtlatoatzin no monte Tepeyac, e em uma quinta ocasião a Juan Bernardino, tio de Juan Diego. O relato guadalupano  conhecido como Nican Mopohua narra que na primeira aparição, a Virgem ordenou a Juan Diego que se apresentasse diante do bispo do México, Juan de Zumárraga. Juan Diego na última aparição da Virgem, e por ordem desta, levou em seu ayate algumas flores que cortou no Tepeyac. Juan Diego desdobrou sua tilma diante do bispo Juan de Zumárraga, deixando a descobrir a imagem da Virgem Maria, morena e com traços mestiços. A fonte mais importante que as relatou foi o próprio Juan Diego que contou tudo o que havia acontecido.


Fone: pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_de_Guadalupe_(México)

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(48) 99157-6864

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